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about me
FISCHL!
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immernachtreich | son of apollo ☁︎

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To condemn the guilty, to sanctify the just, and to draw all castaway dreams into the embrace of the infinite Immernachtreich. This is the birthright of the Prinzessin der Verurteilung, and her burden. None may gainsay it.


| BYF fique aento de que meu conteúdo é estritamente interpretativo (100%), refente ao plot proposto, sendo assim, os assuntos abordados se referem a vida e vivência do personagem. |

PRINZESSIN!!
I, Fischl, Prinzessin der Verurteilung, descend upon this land by the call of fate an— Oh, you are also a traveler from another world? Very well, I grant you permission to travel with me.
YES noelle; oz; music; literature; immernachtreich; peace; dreams; freedom; fantasy stories; indie music; writing.


!!IMPORTANT!!
Este é um espaço seguro, no qual as pessoas devem se sentir confortáveis para se expressarem de maneira fidedigna sem preocupação, afinal, aprendizado é sempre melhor que qualquer forma de repressão.Sinta-se livre para criar conexões!

Oz, my loyal companion. That we should have met this person, one who hails from another world as I do... Perhaps even cruel fate has deigned to smile upon me, though sin courses through my veins. If I am indeed destined to remain here, in this inescapable prison that is reality, at least—

PLOT!!
Nascido junto de sua irmã gêmea e melhor amiga Anya, Amy cresceu bastante sozinho, desde sempre fora evidente sua tremenda timidez e sua fobia social, e por muito tempo ele conseguia desviar desses fatores, afinal, sempre tinha sua irmã, uma clássica golden girl e borboleta social, e assim sempre estava ao seu lado, sorrindo timidamente conforme o sorriso alheio iluminava qualquer cômodo tal como o sol iluminava os dias, afastando as trevas.Até o fatídico dia no qual após uma divisão de sua sala de aula por causa do imenso número de crianças, eles ficaram em salas separadas, e a partir daí começou o que se tornaria o inferno na vida de Amy. Por ser tremendamente tímido e sem jeito perto das pessoas, nunca se manifestava nas aulas e sempre ficava jogado ao canto, desenhando algo em seu caderno ou lendo algum livro, além de brincar com seu ursinho de pelúcia favorito, um corvo roxo, que lhe fora dado por sua mãe, por causa de seus pesadelos constantes, e assim este o apelidou carinhosamente de Oz.Certo dia, conforme brincava no canto do parquinho com seu amado corvo de pelúcia, perto de uma árvore, fora avistado por alguns rapazes de sua classe, que logo começaram a pegar no seu pé, o zoando tanto pelos seus trejeitos, quanto por sempre andar com o animal de pelúcia, e assim essa zoação se expandiu por muito tempo, pois era envergonhado demais para se posicionar em sua própria defesa e não queria incomodar ninguém com seus problemas, e assim, seu isolamento cada vez ficou pior. Ele não queria mais sair de cada fora do período escolar, ficando trancado em seu quarto ou então no canto de seu quintal, sempre com um caderno, uns giz de cera e claro, Oz.Então, mergulhou de cabeça nesse mundo imaginativo, criou uma ilha, a qual batizou de Immernachtreich, um reino distante no qual não havia problemas, um reino seguro para todos explorarem seus sonhos e um reino no qual, ele era um príncipe, Fischl, o príncipe Fischl von Luftschloss Narfidort, soberano do castelo. Oz, seu corvo de pelúcia, era vivo em tal lugar, e era seu fiel escudeiro e conselheiro, e a melhor parte, tinha uma cavaleira forte com uma armadura brilhante, Noelle era seu nome, Noelle, representava e era sua irmã, que sempre o protegia de todos os problemas.Tal imaginativo subiu à cabeça do rapaz, que trocou seu nome social de fato para Fischl, proibindo todos de o chamarem por Amy, e assim, usou Fischl como seu alterego e escudo contra tudo, mesmo que no fundo ainda estivesse quebrado e inseguro, sua postura perante todos mudou completamente, afinal, não era Amy Von Muller, era Fischl, um príncipe destemido e corajoso, um verdadeiro nobre.
Tudo aparentemente estava nos trilhos, até que um dia, em um de seus surtos de megalomania e coragem, acordou sua irmã no meio da noite, dizendo que precisaria da cavaleira do sol, Noelle, para uma missão, e assim, junto da garota, adentrou a mata que ficava atrás de seu quintal, tendo como armas um graveto para cada e o corvo de pelúcia perto, debaixo de seu braço. Conforme andavam para dentro da mata, tremiam com medo, pois além de jovens, a escuridão parecia sem fim, Fischl, estava determinado em ter sua aventura, em ter seu momento de bravura, em ter o momento de verdadeira coragem, que o faria se sentir finalmente aquilo que tanto precisava sentir, se sentir realmente o soberano de seu reino imaginário.Um clarão se instaurou no morro que subiam, e o chão tremeu sobre seus pés, os fazendo perder levemente o equilíbrio, de repente, um vulto escuro seguido de um som reptiliano se instaurou na mata silenciosa o fazendo ser consumido por calafrios e assim não demorou para que fossem atacados, não um ataque direto, parecia que seja lá o que os havia atacado (Basilisco) queria os cansar e os fazer caírem em exaustão. Um baque fez o menino basicamente voar, sendo lançado até uma árvore, vindo a basicamente desmaiar por um tempo, até que um som familiar fora ouvido, e conforme abriu os olhos, o seu corvo de pelúcia havia se tornado um corvo de verdade, e não apenas um corvo, o Oz de sua imaginação, seu companheiro. Uma lágrima escorreu pelo canto de seu rosto enquanto havia pensado que já estava morto, afinal, como um sonho seu se realizaria assim? Mas logo percebeu que aquilo era na verdade seu pior pesadelo quando escutou a voz alegre e doce da sua irmã distorcida em um grito de medo, e assim tentou se levantar, não tendo muito sucesso, mas conforme cambaleou até o local da voz, viu sua irmã contra uma parede de pedra, com uma criatura quase a atacando, assim, pegou a primeira coisa do chão, uma pedra pontiaguda que mal conseguiu levantar, mas que de alguma forma conseguiu a lançar contra o olho da criatura, conseguindo o distrair por tempo suficiente para conseguir avançar em direção a ela, a puxando contra si.Nunca fora o melhor corredor, mas logo sua irmã tomou a dianteira naquele momento, o puxando por dentre a floresta, correndo cada vez mais rápido, confiava nela cegamente e apenas queria que todo aquele pesadelo passasse. O som da criatura se arrastando rapidamente pelas árvores o deixava apavorado, mas não parava de correr, ainda com o corvo perto de si, parecendo os guiar indiretamente para o caminho certo, até o momento que passaram por uma parte da floresta, onde a atmosfera sombria se dispersou e assim se viram envoltos por um acampamento encantador, descobrindo assim, a verdadeira natureza dos gêmeos.